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Sensacional: “O trabalho do artista plástico Vik Muniz em um dos maiores aterros sanitários do mundo – o Jardim Gramacho, em Duque de Caxias, no Rio de Janeiro – virou um documentário que será exibido pela primeira vez neste sábado (13), no Festival de Cinema de Berlim. Co-produzido pela O2 Filmes e pela produtora inglesa Almega Projects, o filme ‘Lixo extraordinário’ (Waste Land), com direção de João Jardim, Karen Harley, Lucy Walker, venceu o prêmio do público de melhor documentário internacional no Festival de Sundance.

“Com direção conjunta de João Jardim (“Janela da alma” e “Pro dia nascer feliz”), da cineasta Karen Harley e da documentarista inglesa Lucy Walker, produção de Hank Levine e produção executiva de Fernando Meirelles e Andrea Barata Ribeiro, “Lixo extraordinário” relata a trajetória do lixo dispensado no Jardim Gramacho, maior aterro sanitário da América Latina localizado na periferia de Duque de Caxias (RJ), até ser transformado em arte pelas mãos do artista plástico Vik Muniz e seguir para prestigiadas casas de leilões internacionais. Obras que, muitas vezes, retornam ao Rio para compor as paredes da alta sociedade carioca. ‘É surpreendente encontrar tamanha beleza no meio de tanto lixo, descaso e esquecimento. O trabalho do Vik funciona como um bálsamo no meio disso’, observa a produtora executiva. (Fonte: G1)

O mais interessante, é ver tamanha sensibilidade de alguém que já está consagrado como artista. Entrar no cotidiano dessas pessoas, que tantas e tantas vezes são discriminadas (até por nós mesmos) por serem catadores de lixo, o que não deixa de ser um trabalho digno, e tentar captar da forma mais transparente essa triste realidade não é pra qualquer um. Ainda mais em se tratando de um gênero como o documentário, que, há bem pouco tempo, passou a receber no Brasil a merecida atenção.
Não consegui um video, nem no Vimeo, nem no Youtube pra linkar aqui, então vou deixar o trailer original, que está no site oficial do documentário. Clique aqui pra conferir. Assistam, porque é realmente foda.

Cena do documentário 'Lixo Extraordinário'. (Foto: Divulgação)

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Não sou nem de longe uma entendedora de futebol. Também não torço pra time nenhum, apesar de simpatizar com algumas torcidas e aquela paixão toda. A não ser, claro,  quando esses mesmos perdem o senso do ridículo e começam a tumultuar a cidade e vandalizar, prejudicando quem não tem nada a ver com suas emoções tantas vezes descontroladas. Mas vamo ao que interessa. Essa semana eu assisti esse video da Final do Campeonato Brasileiro de 2009, Flamengo X Grêmio. Esse video foi feito com uma Canon 5D Mark II, na resolução 1920×1080 (a mesma que eu tenho usado nos meus video-testes recentemente). O cara que filmou e editou, Gustavo Pellizzon se superou, achei muito bom mesmo. Tudo bem que ele usou várias lentes e tem um equipamento foda. Mas independente disso, a emoção que ele conseguiu captar no momento da partida é de arrepiar. Assiste aí, que você vai entender a que me refiro:

[Vimeo=http://vimeo.com/8051060]

Com certeza, um dos videos mais verdadeiros e emocionantes que eu já vi. A cara do Brasil. Valeu Munhoz pela dica!

O equipamento usado: 5D Mark II, Canon lens 600mm 4.0, 70-200 2.8, 35mm 1.4 and a 12mm Sygma. PQP! Não custa sonhar né…um dia a gente chega lá. E do jeito que eu ando adorando me aventurar na parada, a vontade só aumenta hahaha…bom fim de semana!

E a segunda parte do Diário de Bordo segue com a Mc do Mamelo Sound System: Lurdez da Luz.
Tudo começou a duas semanas atrás, quando a Gi (sele Coutinho), a também jornalista, assessora e gerente de contéudo do site NOIZ (percebam que a parada aqui é frenética, as mina  fazendo mil coisas ao mesmo tempo) me ligou convocando pra seguinte missão: fotografar Lurdez da Luz em sua residência. Seria pra uma matéria que o nosso parceiro e colaborador João Xavi – que agora foi embora pra Alemanha, mas que continua correndo junto com a gente – estava fazendo, falando sobre o lançamento do trabalho solo da Mc: seu primeiro EP.

Mas voltando a missão: eu só conhecia a Lurdez de vista dos palcos de rap da vida, quando a vi rimando com o Rodrigo Brandão. Lógico que bate aquela timidez inicial, eu não sou tão cara-de-pau assim (ainda). Então, saí de casa por volta das 15h numa quarta-feira MEGA quente e segui rumo Vila Madalena, depois Pompéia.
Pedi informação aqui e ali, e então achei a rua dela. Uma descida, com muitas casas coloridas, naquele bairro que eu sempre tinha como referência por ter tantos imigrantes italianos, portugueses, etc. “-Oi senhor, é aqui que mora a Luana?” – perguntei pra um senhor que estava numa lojinha na garagem da casa. “-É sim, mas acho que ela saiu, não sei…” Pensei: “Ahhh não, será que ela esqueceu?” hehe…toquei a campainha, e lá veio ela: toda colorida.

Não me refiro a roupa, já que ela usava um vestido branco e um cintinho vermelho na cintura. Me refiro a pessoa mesmo. Sem pagação, mas sabe quando você se sente à vontade com uma pessoa logo de cara? Então. E eu nunca tinha trocado nenhuma palavra com ela. Subimos, e então entramos pela cozinha, onde ela me serviu água e depois tcharaaam: chá gelado, que eu amo e tô cada dia mais viciada. Ela passou um batom, deu uma esfumada bem de leve no olho, quase nada mesmo de maquiagem. Afinal, a idéia era passar naturalidade, ela estava em casa, e é realmente o lugar onde a gente tem que se sentir bem e natural.

Conversa vai, conversa vem, não tivemos o menor trabalho pra escolher onde começaríamos. Fomos para a frente da casa, e eu nem precisei direcioná-la tanto. Só alguns toques pra que eu pudesse enquadrá-la melhor, etc. Em seguida, a Luana usou um arranjo de flores coloridas no cabelo, e o vento tratou de ir desmanchando aos poucos. Fizemos fotos na cozinha também, onde ela passou o café, e a gente deu muita risada, imaginando aqueles ensaios de celebridades estilo CARAS. “Então, eu estou com muitos projetos, minha vida anda uma loucura, meu empresário tenta cuidar de tudo, mas vou precisar aumentar minha equipe…” Hahaha, nos divertimos fazendo algumas fotos com um tom blasé.

Uma das horas que mais curti, foi quando ela veio me mostrar seus amados discos de vinil. Desde rap, passando por reggae, MPB, e muitos outros gêneros que servem de influência para a Mc. Em seguida, no quarta dela, eis que surge uma máscara do filho da Lurdez: Rogê, de 4 anos. A máscara, no formato de gatinho, naturalmente foi parar no rosto dela, e então começamos a viajar mesmo. Com certeza, foi tudo de uma espontaneidade absurda hahaha! E então, taí algumas das fotos desse dia:

 

Preciso frisar que foi uma experiência muito interessante. É importante pra mim ter mais desenvoltura quando for fotografar pessoas que não conheço. No caso da Luana, uma sabia quem era a outra, mas não conhecia pessoalmente. Mas e se fosse uma pessoa que nunca ninguém nem tivesse me citado e vice versa? Talvez fluisse bem também, talvez não. O legal é saber que em cada photoshoot, você tem que ‘abordar’ uma personalidade diferente, cada pessoa tem um jeito único pra isso, pra ficar mais tranquila, pra entrar no clima da foto. E meu, ter que descobrir e conseguir isso é um desafio que eu tô amando. Cada dia mais. Que venham muitos photoshoots, com amigos, amigos de amigos, e desconhecidos. E até o próximo Diário de Bordo 😉

 

Ah claaaaaro, confiram a matéria do NOIZ aqui, ó:
Nos rolês mais íntimos de Lurdez da Luz
Tem mais fotos dela também no Flickr do site. Só clicar aqui
Hasta!

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Já estamos em Fevereiro, ou seja, ainda não postei absolutamente na-da esse ano por aqui. Não serei tão irônica em desejar um Feliz Ano Novo, até porque não me cabe. Pra variar,  aconteceram taaaaaantas coisas que fica até difícil de lembrar. Então, vou tentar dar aquela atualizada por aqui, e juro que vou me esforçar pra não escrever um livro. Vale dizer que na semana que vem, o Popcorn Flavoured vai deixar um pouco a aparência de blog, tomando a forma de um site mesmo. Vamos aguardar e confiar que eu vá atualizar com mais frequência, o que nem vou prometer, porque espero cumprir (risos).  

Pra começar, eu gostaria de falar sobre o meu primeiro photoshoot do ano. Me refiro a uma sessão que fiz com a Dj Mayra Maldjian, (que também é jornalista e assessora de imprensa da agência @sonambulo) no dia 10 de Janeiro – domingo. São fotos que fiz para divulgação. A gente já tinha combinado alguns dias antes, e tava meio complicado arrumar um local onde pudéssemos fazer as fotos dela com os toca-discos…então, fomos para o Centro de SP, eu já tinha pensado em fazer algo pelas imediações da Rua 7 de Abril, porque achei que fosse bem vazia em pleno domingo (mero engano). Mas achamos um canto ali, onde tinham uns sujeitos estranhos (normal né), e deu aquele medinho de sacar a câmera, mas vamo que vamo…a Ma estava um pouco tímida no começo , mas depois de conversar um pouco, a gente já tava dando risada e mais à vontade. E detalhe: ela, com um montão de discos, incluindo os seus preferidos, claro. Muito peso envolvido, cara. Tá pensando que ser DJ é só chegar na festa e tocar? Enfim, aqui vão algumas das fotos desse dia:  

 

  

 

 

  

  

  

 

  

  

E como sempre, tem que ter aquela clássica auahiuahuiheauiaa:  

eu fuçando nos discos da Mayra hohoho (By Gui)

 

A primeira foto aqui do post, é parte da divulgação da festa que vai rolar nesse próximo Domingo, 7 de Fevereiro as 23hs no Dubplate Sarajevo.
Com MAX B.O.+Dj Mayra+Mc Marcelo Gugu
Residente: Dj B8
Primeiras 20 mulheres: Vip
Rua Augusta, 1397. Metrô Consolação
  

Essa foi mais uma edição do Diário de Bordo de Luciana Playmo.
Acho que ainda hoje tem mais…
  

P.S: como wordpress adora dar piti, eu tive que reduzir muito a resolução das fotos, então explica-se o porque delas estarem com qualidade reduzida. Mas isso é só aqui, Ok? Hasta!

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