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Bem, antes de mais nada, estou começando um blog. Mais uma vez.
Claro que não sou tão disciplinada a ponto de postar regularmente, quanto mais todos os dias. Mas quem se importa, não é mesmo?
Pra começar, não tô afim de usar uma linguagem muito formal, e quadradona.
Prezo escrever corretamente, mas…o blog é em primeiro lugar uma válvula de escape. É como se fosse uma daquelas caixinhas onde guardamos papéis avulsos, bilhetes, clips e mais aquele monte de coisas que não temos coragem de nos desfazer inicialmente… E claro, depois de um tempo, talvez sirva pra alguma coisa (sabe se lá pra QUE, ou pra QUEM).
No meu primeiro post, quero falar sobre o livro que estou lendo no momento “A Menina que Roubava Livros” (2007) do escritor australiano Markus Zusak.
De todos os narradores já convocados pela literatura para contar uma história, o que narra A Menina que Roubava Livros é um dos mais sinistros: a Morte. O escritor dá voz, personalidade e até mesmo um coração para que Ela narre a vida de uma garota que roubava livros para acertar as contas com a vida e a morte.

Liesel Meminger, a protagonista, rouba livros para acertar as contas com a morte, que lhe tomou seu irmão. Encontrou com a própria mais duas vezes e ainda assim sobreviveu. Por isso a Morte ficou impressionada, a ponto de contar a história da garota. A época é a Segunda Guerra Mundial, o local é uma cidade próxima a Munique. Os tempos são difíceis: infância miserável com pouca comida e sem conforto, o que obriga a menina a roubar mais do que livros.

O primeiro livro que Liesel rouba é um exemplo do humor que Zusak busca para atenuar o peso da história: O Manual do Coveiro, cujo subtítulo é Guia em Doze Passos Para o Sucesso Como Coveiro. Ela o encontra no cemitério depois do enterro de seu irmão, e se torna seu único elo com o passado, que inclui uma mãe que a abandonou em uma casa de família, e o pai que nunca conheceu. A casa de Hans e Rosa Hubermann, família que acolheu Liesel, se torna o refúgio da garota. Ele assume facilmente a figura de um pai amável e protetor, enquanto a mulher não faz o papel típico de mãe, embora tenha um jeito estranho de amar a menina, a quem sempre chama de “Saumensh“(porca imunda) ou algo similar.

Nessa casa, ela vai fazer amigos, entre os vizinhos das redondezas.
O autor criou uma narradora convincente que tenta muitas vezes fazer o leitor se esquecer de quem ela é. “Decididamente, eu sei ser animada, sei ser amável. Agradável. Afável. E esses são apenas os As”, descreve-se a Morte. Mas a melhor parte de sua narrativa está com a protagonista e sua paixão por livros.

Apesar de estar adorando o livro, ele tem uma linguagem um pouco complexa em certos momentos. Então, acho legal ter um dicionário a mão para eventuais dúvidas… Mas isso não diminuiu minha vontade de ler. Confesso que no começo, já estava desanimando, achei meio confuso e já estava quase partindo pra outro…ainda bem que insisti nesse! Apenas 141 páginas lidas de 494. Já é de praxe ler o livro ao acordar, pra começar bem o dia e antes de dormir. Vou devorando aos pouquinhos… Com certeza é mais um daqueles que vão ficar na memória. 😉
Então, fica aí uma sugestão de leitura…

 

menina2

“A Menina que roubava livros”
 
 
 
 

 

Autor: Markus Zusak
Editora: Intrínseca
494 páginas

 

=)

 

 

Mudando de “pato pra ganso” quero deixar também o link de um vídeo muito foda que o tão, ou mais vítima da insônia do que eu, Kamau me mandou hoje. Se você é daqueles que nem piscam ao ver uma batalha de beats, se prepare. Além dos samplers, ‘os caras’ ainda tem a habiliudatche de usar toca-discos. E segura que o timinho é pesado. Mad Lib, Cut Chemist, Oh No, Exile…entre ôtrosmás. E é só um trailer. (aain!)
Por gentileza, aguardo esse dvd aqui em casa ! (:

[YouTube=http://www.youtube.com/watch?v=SmW5p48XH0s]

Foi difícil, tentei instalar vários plugins para o WordPress (que realmente não é tão fácil quando o blogger), mas a minha persistência rendeu frutos! hiauhaiuhauia…Ufa! Taí o vídeo, espero que mais alguém goste.
Pra um primeiro post (que a princípio seria curto)  já escrevi demais. Então…

Sem mais delongas,

Luciana Playmobile ^^

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